São Bruno de Colônia  (Religião) escrito em segunda 09 novembro 2009 18:05

São Bruno de Colônia (em alemão, Bruno von Köln, Colônia, 1030 ou 1035 — Serra San Bruno, 6 de outubro de 1101) foi um monge alemão e fundador da Ordem dos Cartuxos, que é considerada a mais rígida de todas as ordens religiosas da cristandade e atravessou a história sem reformas. Sacerdote, amigo e admirado pelo Arcebispo de Reims, Bruno era muito inteligente, piedoso e começou a dar aulas na escola da Catedral de Reims, até que já, cinquentenário e cônego, amadureceu a inspiração de servir a uma Ordem. Após curto estágio num mosteiro beneditino, retirou-se à uma região chamada Cartuxa e junto com companheiros, observava-se absoluto silêncio, oração profunda, meditação das coisas divinas, ofícios litúrgicos e manuais, trabalhos agrícolas, transcrição de manuscritos e livros piedosos. Esta foi a mais perfeita experiência de vida eremítica unida à vida cenobítica (comunitária).
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Ir.Dulce - O anjo da Bahia  escrito em sexta 06 novembro 2009 21:58

A fragilidade de Irmã Dulce era apenas aparente. A miudinha freira, raro exemplo de bondade e amor, foi arquiteta de uma das mais notáveis obras sociais do Brasil. Nascida Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, com 13 anos manifestou o desejo de entrar para o convento. Na época, já inconformada com a pobreza, amparava miseráveis e carentes. Aos 18, recebeu o diploma de professora e entrou para a Congregação da Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, do Convento de São Cristóvão, em Sergipe. Com os votos de profissão de fé, a já então Irmã Dulce, em homenagem à mãe, voltou a Salvador, onde trabalhou como enfermeira voluntária e professora de Geografia. Sem vocação para lecionar, dedicou-se ao trabalho social nas ruas. Começou prestando assistência à comunidade favelada dos bairros de Alagados e de Itapagipe. Mais tarde, fundou a União Operária São Francisco, primeiro movimento cristão operário de Salvador, e depois o Círculo Operário da Bahia, que proporcionava atividades culturais e recreativas, além de uma escola de ofício. Criou, em 1939, o Colégio Santo Antônio, instituição pública para os operários e seus filhos. No mesmo ano, ocupando um barracão, passou a abrigar mendigos e doentes, levados depois ao Mercado do Peixe, nos Arcos do Bonfim. Desalojados pelo prefeito da cidade, acolheu-os, com a permissão da madre superiora, no galinheiro do Convento das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição, transformado em 1960, com o apoio do governador do Estado, que cedeu um terreno, em Albergue Santo Antônio, com 150 leitos (hoje o Hospital Santo Antônio). Inaugurou ainda um asilo, o Centro Geriátrico Júlia Magalhães, e um orfanato, o Centro Educacional Santo Antônio, que abriga atualmente 300 crianças de 3 a 17 anos e oferece cursos profissionalizantes. Vaticano reconhece irmã Dulce como venerável Voto unânime da Congregação da Causa dos Santos abre caminho para anúncio da beatificação de Irmã Dulce pelo papa Bento XVI Considerada pelos fiéis como Mãe dos Pobres e Anjo Bom, Irmã Dulce foi ainda comparada à Madre Teresa de Calcutá A Congregação para a Causa dos Santos do Vaticano anunciou no dia 20 de janeiro, voto favorável e unânime, de seu colégio de cardeais, bispos e teólogos, das virtudes heróicas da Serva de Deus Dulce Lopes Pontes. Os votos serão transmitidos ao Papa Bento XVI que poderá conceder à Serva de Deus o título de Venerável. O anúncio foi transmitido no Brasil pelo arcebispo Dom Geraldo Majella Agnelo e o decreto será publicado logo após a assinatura de Sua Santidade. O título é o reconhecimento de que Irmã Dulce viveu em grau heróico as virtudes cristãs da fé, esperança e caridade e permite que a causa de beatificação da freira cumpra sua última etapa: a confirmação do milagre que deve passar pela última análise até o final deste ano. A reunião da Congregação analisou a Positio (documento canônico misto de relato biográfico e das virtudes e resumo dos testemunhos do processo). A validação da Positio é considerada pelo Direito Canônico tão importante quanto a comprovação de um milagre. O relator desta fase foi Dom Javier Echeverria, ponente da Opus Dei. Diferentemente da beata Lindalva, que foi martirizada e não necessitou de um milagre para ser beatificada, a causa de Irmã Dulce precisa cumprir todas as exigências do Direito Canônico. Com o anúncio do título resta apenas a comprovação do milagre que é feito em três etapas: uma reunião com teólogos, com peritos médicos (que dão o aval científico) e, finalmente, a aprovação final do colégio cardinalício. A expectativa é de que até o início de 2010 esta fase esteja concluída e os fiéis possam aguardar o anúncio da beatificação. A reunião confirmou a decisão do colegiado, também unânime, tomada no dia 15 de abril do ano passado. Os teólogos (oito italianos e um espanhol), que estudaram a vida e as obras de Irmã Dulce, a definiram como "a Madre Teresa do Brasil", pelas semelhanças do seu testemunho cristão com a Beata de Calcutá, sendo "um conforto para os pobres e um exame de consciência para os ricos." O relator desta primeira fase foi monsenhor José Luis Gutierrez, membro da Opus Dei. O processo de beatificação de Irmã Dulce foi iniciado em janeiro de 2000. Em junho de 2003, a Congregação recebeu a Positio. Na mesma época, a Congregação recebeu os atos jurídicos e reconheceu juridicamente um possível milagre ocorrido por intercessão de Irmã Dulce. Uma graça só é considerada milagre após atender a quatro pontos básicos: a instantaneidade, que assegura que a graça foi alcançada logo após o apelo; a perfeição, que garante o atendimento completo do pedido; a durabilidade e permanência do benefício e seu caráter preternatural (não explicado pela ciência). Atualmente, o Memorial Irmã Dulce guarda mais de cinco mil cartas e depoimentos que relatam curas que os devotos acreditam milagrosas e operadas pela fé naquela que é chamada de Mãe dos Pobres e Anjo Bom. Na Igreja Católica de Rito Latino, o título canônico de venerável é concedido àqueles a quem postumamente seja reconhecida a prática de virtudes heróicas em processo formal de canonização. Antes de ser considerado venerável, o candidato à santidade tem de ser objeto de uma proclamação aprovada pelo Papa que reconhece sem sombra de dúvida que o candidato viveu uma vida de virtude heróica, isto é que demonstrou de forma excepcional a prática das virtudes teologais de Fé, Esperança e Caridade e das virtudes cardeais da Prudência, Justiça, Fortaleza e Temperança, dentre outras. Apenas depois de ser considerado venerável pode o processo de canonização prosseguir para o estágio da beatificação. O primeiro venerável de que há registo foi o monge São Beda, no século VII, assim declarado pouco depois da sua morte. Neste momento o Brasil tem mais três veneráveis: Madre Teodora Voiron (Venerável por decreto de 18 de fevereiro 1989); Madre Antonieta Farani (Venerável por decreto de 13 de junho de 1992) e Madre Bárbara Maix (Venerável por decreto de 3 de julho de 2008). Sergio Toniello/Sul Bahia News
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Santo Alberto Hurtado  (Religião) escrito em sexta 06 novembro 2009 21:36

São Luis Alberto Hurtado Cruchaga, S.J. (Viña del Mar, 22 de janeiro de 1901 — Santiago, 18 de agosto de 1952), conhecido como Padre Hurtado, foi um sacerdote jesuíta chileno, fundador do Lar de Cristo. Foi canonizado em 23 de outubro de 2005 pelo papa Bento XVI. No Chile, é considerado patrono dos trabalhadores e do sindicalismo. [editar] Biografia Em Viña del Mar, Alberto Hurtado cursou o Colégio Santo Inácio, dos jesuítas. Em 1918 iniciou a faculdade de Direito na Pontifícia Universidade Católica do Chile, concluída em 1923. Após este curso, entrou para a Companhia de Jesus. Cursou teologia em Louvain, Bélgica, onde doutorou-se em Pedagogia. Ao retornar ao Chile, em 1936, ensinou no Colégio Santo Inácio, no Pontifício Seminário de Santiago e na Universidade Católica. Possuía um profundo zelo apostólico para com a juventude e os mais pobres. Fundou o Lar de Cristo e a Ação Sindical e Econômica Chilena. Em 1941 foi nomeado assessor da Ação Católica Juvenil. Seu empenho fez com que em três anos, os participantes aumentassem de 1.500 a 12.000 e seus grupos, de 60 a 600. Ao final deste período, renunciou a esta função e dedicou-se integralmente ao trabalho com os mais pobres. Fundou o Lar de Cristo, instituição que mantinha casas de acolhida para crianças, homens e mulheres, restituindo-lhes um ambiente de família. Posteriormente estas casas adquiriram outras funções, como reabilitação ou atividades de geração de renda. Em 1947, fundou a Associação Sindical Chilena (ASICH), buscando uma associação sindical inspirada na Doutrina Social da Igreja. Em 18 de agosto de 1952, faleceu vítima de um câncer no pâncreas. O Padre Hurtado foi beatificado por João Paulo II em 16 de outubro de 1994 e canonizado por Bento XVI em 23 de outubro de 2005. A ele são atribuídos dois milagres: a recuperação de María Alicia Cabezas Urrutia, vítima de morte cerebral parcial, devido a três hemorragias cerebrais e infarto cerebral, e a recuperação de Vivianne Galleguillos Fuentes, também com problemas cerebrais devido a um acidente automobilístico.

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São Brás de Sebaste  (Religião) escrito em sexta 06 novembro 2009 21:13

São Brás foi um mártir, bispo e santo católico que viveu entre o séculos ISão Brás foi um mártir, bispo e santo católico que viveu entre o séculos III e IV na Armênia. Ficou conhecido porque retirou com a mão um espinho da garganta de uma criança. Por esse motivo é padroeiro das doenças da garganta e no dia de sua celebração em 3 de fevereiro, nas cidades da Espanha e algumas da América Latina, as mães levam os filhos para benzerem a garganta. Foi capturado pelos romanos e decapitado no ano 316.II e IV na Armênia. Ficou conhecido porque retirou com a mão um espinho da garganta de uma criança. Por esse motivo é padroeiro das doenças da garganta e no dia de sua celebração em 3 de fevereiro, nas cidades da Espanha e algumas da América Latina, as mães levam os filhos para benzerem a garganta. Foi capturado pelos romanos e decapitado no ano 316.

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São Caetano de Thiene  (Religião) escrito em sexta 07 agosto 2009 13:22

Viveu em:
1480 - 1547

 

Título:
Fundou a Ordem dos Teatinos Regulares.

 

Caetano nasceu em Vicência, na Itália, em outubro de 1480. Filho do conde Gaspar de Thiene e de Maria do Porto, desde muito jovem mostrava grande preocupação e zelo pelos pobres, abrindo asilos para os idosos e muitos hospitais para os doentes, especialmente para os incuráveis.

Estudou em Pádua, onde se diplomou nas matérias jurídicas, aos vinte e quatro anos de idade. Dedicava-se ao estado eclesiástico, mas sem ordenar-se, por considerar-se indigno. Nesse meio tempo, fundou, na propriedade da família, em Rampazzo, uma igreja dedicada a Santa Maria Madalena, que ainda hoje é a paróquia desta localidade.

Em 1506, estava em Roma, exercendo a função de secretário particular do papa Júlio II. Na qualidade de escritor das cartas apostólicas, fez contato e conviveu com cardeais famosos, aprendendo muito com todos eles. Mas a principal virtude que Caetano cultivava era a humildade para observar muito bem antes de reprovar o mal alheio. Para melhor compreender, basta lembrar que ele viveu no período do esplendor renascentista, no qual o próprio Vaticano não primava pelo exemplo de moralidade e nem brilhava pela santidade dos costumes.

Assim sendo, como homem inteligente e preparado, não se retirou para um ermo; ao contrário, encorajou-se para uma ação reformadora, começando por si mesmo. Costumava dizer que "Cristo espera e ninguém se mexe". Participou do movimento laical Oratório do Divino Amor, que procurava estudar e praticar as Sagradas Escrituras. Só então, depois de muita reflexão, decidiu-se pela ordenação sacerdotal, em 1516.

Tinha trinta e seis anos de idade quando celebrou sua primeira missa na basílica de Santa Maria Maior. Nesta ocasião, ele mesmo relatou depois, Nossa Senhora apareceu-lhe e colocou-lhe nos braços o Menino Jesus. Foi para Veneza em 1520, onde colaborou na fundação do hospital dos incuráveis. Três anos depois, incansável, voltou para Roma, onde, na companhia dos companheiros do Oratório - Bonifácio Colli, Paulo Consiglieri e João Pedro Carafa, bispo de Chiete -, fundou a Ordem dos Teatinos Regulares, que tinha como objetivo a renovação do clero.

Quando o papa Clemente VII aprovou a congregação, Caetano renunciou a todos os seus bens para dedicar-se única e exclusivamente à vida comum. O mesmo ocorreu com o bispo Carafa, que abdicou também da sua vida episcopal. Anos mais tarde, ele veio a tornar-se o papa Paulo IV, um dos grandes reformadores da Igreja.

A nova congregação começou somente com os quatro, depois passaram para doze e esse número aumentou bastante em pouco tempo. São os primeiros clérigos regulares. Não são monges, pois são de vida ativa, porém vivendo em obediência: sob uma regra de vida comum, como religiosos, cujos membros renunciam a todos os seus bens terrenos, devendo viver de seu trabalho apostólico e de ofertas espontâneas dadas pelos fiéis, contando, apenas, com a Providência divina. Carafa foi o primeiro superior geral, embora a idéia da fundação fosse de Caetano de Thiene, que, na sua humildade, sempre se manteve de lado.

Caetano morreu de fadiga, após uma vida de muito trabalho e sofrimento, aos sessenta e seis anos de idade, em Nápoles, no dia 7 de agosto de 1547. Foi canonizado em 1671. O seu corpo é venerado no dia de sua morte, na belíssima basílica de São Paulo Maior, mas que é chamada por todos os fieis e peregrinos de basílica de São Caetano, localizada na praça principal da cidade.

 

Fonte: Paulinas
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